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Galerinha!
Aprendemos que o 9 de janeiro de 1822 entrou para a história como o dia em que Dom Pedro I publicamente declarou que ficaria no Brasil e não retornaria para Portugal. Ele, então, disse a famosa frase: “Se é para o bem de todos e felicidade geral da nação, estou pronto.
Outro marco importante que estudamos foi a Independência do Brasil foi proclamada em 7 de setembro de 1822, pelo então Príncipe Regente, Dom Pedro de Alcântara. Ficamos livres de Portugal. O Brasil ia ser governado por si, ter suas próprias leis, ser dono de suas riquezas.
Esta ocasião também é chamada de "Grito de Independência", pois, segundo a tradição, Dom Pedro teria dito em alto e bom som a frase "independência ou morte" à guarda que o acompanhava às margens do riacho Ipiranga, em São Paulo. Em 1822, Dom Pedro foi coroado imperador do Brasil. É interessante analisar que o Brasil foi o único país da América a se tornar uma Monarquia após sua emancipação. Em todos os outros países americanos, a independência foi realizada para romper com a metrópole, adotando uma forma de governo republicana. No Brasil, não houve participação popular, e sim, uma aliança entre a aristocracia rural e Dom Pedro, que representava a partir daquele momento a figura central de poder. Presente em nossa história desde o início movimento de independência, José Bonifácio foi presidente da junta governativa de São Paulo (1821) e posteriormente assessor e ministro de D. Pedro.
A Guerra da Independência do Brasil foi o conflito relacionado com a Independência do Brasil. Foi travado entre 1822 e 1824 contra as províncias que decidiram permanecer leais a Portugal. As províncias onde aconteceram conflitos relacionados a essa guerra foram: Maranhão, Piauí, Grão-Pará, Cisplatina e Bahia.
Na cerimônia de coroação de Dom Pedro na Igreja Nossa Senhora do Carmo em 1º de dezembro de 1822 como Imperador do Império do Brasil ocorreu na Capela Imperial, Rio de Janeiro, no dia 1 de dezembro de 1822, após o mesmo proclamar a Independência características da nobreza, mostrando um rei com grande autoridade para governar. Paralelamente, foram criados o brasão de armas e bandeira imperial.
Após a morte de seu pai, D. João VI, em 1826, houve uma crise de sucessão no trono português. D. Pedro I foi aclamado Rei de Portugal, mas logo nomeou sua filha D. Maria II como herdeira do trono. Ele lutou contra seu irmão D. Miguel na chamada Guerra Civil Portuguesa, a fim de restaurar o trono para sua filha.
"Após abdicar do trono brasileiro, em 1831, d. Pedro I retornou a Portugal e lá se envolveu na Guerra Civil Portuguesa. Esse conflito foi resultado da crise de sucessão que estourou no país depois que o pai de d. Pedro I faleceu, em 1826. Uma disputa foi iniciada entre liberais (defendiam uma monarquia constitucional) e absolutistas (defendiam uma monarquia absolutista)."
"Dom Pedro I liderou tropas liberais na defesa do direito de sua filha, D. Maria II, a governar Portugal. Os liberais acabaram vencendo e, com isso, o adversário e também irmão de D. Pedro, chamado d. Miguel, foi derrotado e expulso de Portugal. Durante a guerra, D. Pedro I ficou doente e, em 24 de setembro de 1834, acabou falecendo por conta de uma tuberculose."
Seu amigo José Bonifácio escreveu uma carta de pêsames a d. Pedro II, dando os pêsames pela morte de D. Pedro I, acrescentando que D. Pedro I não morreu, pois só morrem os homens vulgares e não os heróis.
Bons Estudos!
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