domingo, 17 de junho de 2018

REVISÃO DE GEOGRAFIA


Olá, galerinha! Estudem, estudem e estudem... Segue revisão de Geografia para auxilia-los! Vamos lá!

zona urbana e a zona rural são conceitos utilizados na geografia para diferenciar dois tipos de espaços geográficos.
De tal modo, a zona rural também chamada de campo é aquela que não faz parte dos meios urbanos sendo utilizada para o desenvolvimento de atividades de agricultura, pecuária, extrativismo, silvicultura, conservação ambiental, turismo rural (ecoturismo), dentre outras.
As pessoas que vivem no campo formam a comunidade rural.

As zonas urbanas são áreas municipais que passaram pelo processo de urbanização fomentado sobretudo, pela industrialização.
Além disso, a densidade demográfica das áreas urbanas é superior à das zonas rurais. As pessoas que vivem nas cidades constituem a comunidade urbana.
Essas possuem diversas infraestruturas que muitas vezes, não são encontradas no campo: ruas e avenidas asfaltadas, habitações, indústrias, hospitais, escolas, comércios, abastecimento de água, sistemas de esgoto, iluminação pública, dentre outros.
O espaço geográfico em transformação na etapa inicial apresentava somente os aspectos físicos ou naturais presentes, como rios, mares, lagos, montanhas, animais, plantas e toda interação e interdependência entre eles. O surgimento do homem, desde o mais primitivo, que começou a interferir no meio a partir do corte de uma árvore para construção de um abrigo e para caça, impactou e transformou o espaço geográfico.

MATA ATLÂNTICA

Localizada entre o Rio Grande do Norte até a Região Sul, a Mata Atlântica conta com apenas 7% da distribuição original nas encostas das serras e planícies litorâneas, por conta do desmatamento. É o bioma mais devastado do Brasil
Apresenta clima predominante é tropical-úmido, com temperaturas e índice pluviométrico altos.   Esse bioma apresenta diversos ecossistemas e também inclui grande diversidade de flora e fauna. A flora conta com pau-brasil, jacarandá, bromélias e orquídeas e a fauna com a onça-pintada, mico-leão-dourado e uma diversidade enorme de aves. Grande parte destes animais estão sob ameaça de extinção.
Caatinga
A caatinga está localizada na Região Nordeste e parte de Minas Gerais. Apresenta temperaturas elevadas com secas longas, dessa forma possuindo um clima semi-árido. A vegetação predominante da caatinga possui adaptação contra perda de água, como presença de espinhos nas cactáceas, e reserva de água, como ocorre no juazeiro, por exemplo.
A fauna da caatinga inclui a ararinha-azul, periquito da caatinga, carcará, entre outros animais, alguns destes também estão ameaçados de extinção. Além disso, neste bioma há uma grande quantidade de insetos. 
Cerrado
Predomina em Minas Gerais, Mato Grosso, Mato Grosso do Sul, Goiás e Tocantins. Possui um clima tropical sazonal e inclui uma vegetação rasteira como as gramíneas, mas possuindo alguns arbustos e árvores de casca grossa e galhos retorcidos.
Essa vegetação é característica deste bioma já que ele apresenta um solo pobre de alguns minerais e com excesso de alumínio. Além disso, possuem raízes profundas que são capazes de absorver água dos lençóis subterrâneos, como ocorre em alguns representantes, como o araçá, o pau-terra, entre outros. Os representantes da fauna deste bioma são a ema, a maior ave das Américas, tamanduá-bandeira, lobo-guará, entre outros. 
O alimento principal do povo pataxó A mandioca é muito importante para nós. Dela fazemos a farinha para alimentação do nosso dia a dia, o beiju, a tapioca e o cauim, que é uma bebida muito apreciada nos dias de cerimônias e festas religiosas. Na aldeia Pataxó, nós levantamos bem cedinho. As crianças, quando são quatro e meia, já levantam para comer banana assada, peixe, mandioca.
Com chegada dos colonizadores portugueses, que se depararam com novas e ricas paisagens naturais. Esses espaços podiam ser explorados (além do interesse nos produtos da terra, como o pau-brasil, havia a expectativa da descoberta de metais preciosos) para atender o comércio na Europa. A exploração das terras brasileiras foi iniciada provocando grandes alterações nos ambientes naturais. Em seu lugar criaram-se paisagens “humanizadas” – o espaço geográfico.
Com o cultivo da cana-de-açúcar, a maioria das pessoas passou a viver em grandes propriedades rurais, os engenhos, o que deu origem à primeira paisagem rural no Brasil colonial.
As vilas também tinham funções específicas: eram zonas portuárias que serviam para a entrada de escravos e equipamentos e saída dos produtos rentáveis no comércio europeu. Funcionavam também como fortificações para impedir invasões.
O Brasil já teve 3 capitais, contanto com a atual Brasília. A primeira capital brasileira foi Salvador, no período compreendido entre 1549 e 1763, se seguindo o Rio de Janeiro, de 1763 a 1960 e, finalmente, Brasília desde 1960.
Em 1740, quase 200 anos depois da fundação da primeira capital brasileira, Salvador, uma nova riqueza leva as pessoas para uma área mais interior do país, Minas Gerais, onde a extração de ouro e diamantes alcança seu auge e faz nascer novas paisagens: as minas, também conhecidas como lavras ou, ainda, garimpo. Além disso, é fundada uma nova vila, chamada Vila Rica, que vai administrar essa atividade em nome da Coroa Portuguesa
As fazendas de café em 1830, quase um século depois do auge da mineração, o café torna-se o principal produto agrícola de exportação, descendo do Rio de Janeiro (capital administrativa desde 1808), passando pelo sul de Minas Gerais, estendendo-se por São Paulo e chegando até o norte do Paraná. Um novo ambiente natural, a Mata Atlântica, e também uma nova forma de produção criam um espaço geográfico único: a fazenda de café
Bons estudos!





REVISÃO DE PORTUGUÊS


Olá galerinha! Mais uma etapa está chegando.... Preparei uma revisão sobre tudo que aprendemos... Espero que ajude!


Tempos verbais (presente, pretérito e futuro)
Uma ação pode ocorrer no passado, no presente ou no futuro. Os tempos verbais indicam o momento em que ocorre essa ação. 

Ação no passado (pretérito): ocorreu antes do momento da fala. 
Ele estudava as lições quando foi interrompido.
Ação no presente: ocorre no momento da fala.
Eu estudo neste colégio.
Ação no futuro: ocorrerá depois do momento da fala.
Ele estudará as lições amanhã.

Substantivos são palavras que nomeiam seres, lugares, qualidades, sentimentos, noções, entre outros. Podem ser flexionados em gênero (masculino e feminino), número (singular e plural) e grau (diminutivo, normal, aumentativo).
Substantivo comum: São substantivos que nomeiam genericamente, sem especificar, seres da mesma espécie, que partilham características comuns.
  • mãe;
  • uva;
  • computador;
  • papagaio;
  • planeta.
Substantivo próprio: São substantivos escritos com letra maiúscula que nomeiam seres individuais e específicos. Estes substantivos particularizam os seres dentro de sua espécie, distinguindo-os dos restantes.
  • Brasil;
  • Carnaval;
  • Flávia;
  • Nilo;
  • Serra da Mantiqueira.
Substantivo coletivo: São substantivos que, escritos no singular, indicam um conjunto de coisas ou de seres da mesma espécie.
  • arquipélago (conjunto de ilhas);
  • cardume (conjunto de peixes);
  • constelação (conjunto de estrelas);
  • pomar (conjunto de árvores de fruto);
  • rebanho (conjunto de ovelhas).
Substantivo abstrato: São substantivos que nomeiam conceitos, conceptualizações abstratas e realidades imateriais, como qualidades, noções, estados, ações, sentimentos e sensações de outros seres.
  • amor;
  • calor;
  • beleza;
  • pobreza;
  • crescimento.
Substantivo composto: São substantivos formados por dois ou mais radicais, podendo ocorrer composição por justaposição ou composição por aglutinação.
Exemplos de composição por justaposição:
  • arco-íris;
  • beija-flor;
  • malmequer;
  • passatempo;
  • segunda-feira.

Aumentativo e diminuitivo

Relativamente aos substantivos, acrescentam-se, para os aumentativos, os sufixos:  –aço (rico/ricaço), -aça; (bigode/bigodaça; vidro/vidraça), -ão (casa/casarão; faca/facalhão; rapaz/rapagão; chapéu/chapelão; porta/portão; sala/salão; papel/papelão; voz/vozeirão), -ona (pedra/pedrona); alhão (drama/dramalhão); -anha (monte/montanha); -alha(forno/furnalha); -eiro (mexerico/mexeriqueiro); -eira (barulho/barulheira).
Para os diminutivos acrescentam-se os sufixos: inho (bolo/bolinho; sapato/sapatinho; café/cafezinho)-inha (faca/faquinha; porta/portinha; boca/boquinha; casa/casinha; gota/gotinha), -zinho (cão/cãozinho; chapéu/chapeuzinho; nariz/narizinho), -zinha (mão/mãozinha, mãe/mãezinha), a que correspondem formas em –ito (sapato/sapatito), -ita (casa/casita)-zito (rapaz/rapazito), -zita.(gota/gotazita),  -acho (rio/riacho)-eta (mala/maleta)-ete(diabo/diabrete), -ico (baile/bailarico), -ilho(pecado/pecadilho), -ilha (anel/anilha), -elho (garoto/garotelho), -im (varanda/varandim), -ola(criança/criançola)-ulo (monte/montículo).


Artigo Definido

Os artigos definidos, como o próprio nome indica, definem ou individualizam os substantivos, seja uma pessoa, objeto ou lugar. São eles:
Artigo Definido
Gênero
Número
o
masculino
singular
a
feminino
singular
os
masculino
plural
as
feminino
plural

Exemplos

O garoto foi jantar na casa dos pais
Ganhamos a bicicleta que esperávamos.
Luísa aproveitou para rever os amigos.
As meninas foram viajar.

Artigo Indefinido

Os artigos indefinidos determinam de maneira vaga, indeterminada ou imprecisa, uma pessoa, objeto ou lugar ao qual não se fez menção anterior no texto. São eles:
Artigo Indefinido
Gênero
Número
um
masculino
singular
uma
feminino
singular
uns
masculino
plural
umas
feminino
plural

Exemplos

Um dia iremos nos encontrar.
Uma certa tarde saímos para caminhar
Joana convidou para a festa uns amigos estrangeiros.
Comprei umas camisas para seu aniversário.


Pronomes pessoais: são aqueles que substituem os substantivos, assumindo maioritariamente a função de sujeito da oração. Podem, contudo, assumir também a função de predicativo do sujeito. 
Os pronomes pessoais do caso reto indicam ainda as pessoas do discurso, ou seja, quem fala (eu e nós), com quem se fala (tu e vós) e de quem se fala (ele, ela, eles, elas).
Pronomes pessoais retos
1.ª pessoa do singular - eu
2.ª pessoa do singular - tu
3.ª pessoa do singular - eleela
1.ª pessoa do plural - nós
2.ª pessoa do plural - vós
3.ª pessoa do plural - eleselas
Exemplos de uso dos pronomes pessoais retos
  • Eu escrevi o texto.
  • Tu escreveste o texto.
  • Ele escreveu o texto.
  • Nós escrevemos o texto.
  • Vós escrevestes o texto.
  • Eles escreveram o texto.
 O que é Adjetivo: Adjetivo é toda palavra que caracteriza o substantivo, indicando-lhe qualidadedefeitoestadocondição, etc. Ex.: homem bom (qualidade), menino traquina (defeito), moça feliz (estado), família rica (condição).
O adjetivo pode aparecer antes ou depois do substantivo. Ex.: linda moça ou moça linda.

Quando usar porque?
Porque (junto e sem acento) é usado principalmente em respostas e em explicações. Indica a causa ou a explicação de alguma coisa.

Exemplos com porque

  • Choro porque machuquei o pé.
  • Ela não foi à escola porque estava chovendo.

Quando usar por que?

Por que (separado e sem acento) pode ser usado para introduzir uma pergunta ou para estabelecer uma relação com um termo anterior da oração.
Exemplos com por que (interrogativo)
  • Por que você não foi dormir?
  • Por que não posso sair com meus amigos?

·         Quando usar por quê?

·         Por quê (separado e com acento) é usado em interrogações. Aparece sempre no final da frase, seguido de ponto de interrogação ou de um ponto final.

Exemplos com por quê

  • Você não comeu? Por quê?
  • O menino foi embora e nem disse por quê.

Quando usar porquê?

Porquê (junto e com acento) é usado para indicar o motivo, a causa ou a razão de algo.

 

Exemplos com porquê

  • Todos riam muito e ninguém me dizia o porquê.
  • Gostaria de saber os porquês de ter sido mandada embora.

Dicas para o uso dos porquês

Por que = Usado no início das perguntas.
Por quê? = Usado no fim das perguntas.
Porque = Usado nas respostas.
O porquê = Usado como um substantivo.
 Bons estudos!
😀




sábado, 9 de junho de 2018

REDAÇÃO


Olá, galerinha!
Conhece o Ziraldo? Sim, ele mesmo, o autor de O Menino Maluquinho e uma Professora Muito Maluquinha. Um grande nome para crianças de todo Brasil, principalmente para aqueles que cresceram nos anos 80 e 90.
Ziraldo tem inúmeros livros e obras, são muitos mesmo, vale a pena conferir todos. 
Pensando em suas obras que tal usar um tema que muito tem se falado nas mídias, ultimamente e apresentar suas ideias a respeito do país em que vive?
1)    Abaixo segue algumas imagens. Que tal  refletir em forma de uma redação sobre a realidade que muito temos conversado em sala de aula (Problemas ambientais, sociais e beleza das riquezas naturais) que estão sendo devastadas.


2)    Imagina e escreva o que você deseja para o Brasil.
3)    Desenhe (use uma folha de papel sulfite) no final um mapa como você quiser e de acordo com o que imaginar.

4)    Vocês podem elaborar uma mensagem escrita para completar o que ilustra no seu mapa para realizarmos um mural.
5)    Escolha um título levando em conta suas ideias.
 Click aqui!  E assista a um vídeo da Turma da Mônica.
Até!😃

domingo, 3 de junho de 2018

Tirando Dúvidas de Português

Uso dos Porquês

Grande gerador de dúvidas, a forma "por que" tem quatro variações com aplicações diferentes. Vejamos a seguir as "regras dos porquês":

Por que

É a junção da preposição por com o pronome interrogativo que. Esta forma é utilizada em dois casos:
  • se, depois de seu emprego, houver um questionamento sobre a razão ou motivo de um determinado acontecimento;
  • se pudermos substituir pela expressão pelo(a) qual e variações. Exemplos:
  • A vitória por que lutei está próxima.
  • A vitória pela qual lutei está próxima.
  • Por que (motivo/razão) você não foi ao shopping?
  • Por qual (motivo/razão) você não foi ao shopping.
Observe que, em caso do questionamento sobre o motivo ou razão, estes ficam subentendidos na frase.

Por quê

Essa forma é empregada somente no final da frase, com uso obrigatório do acento em quê. Exemplos:
  • Ela me chamou, mas não sei por quê.
  • Correr atrás do ônibus por quê?

Porque

Essa forma pode ser uma das conjunções subordinativas causais, subordinativas finais ou uma das conjunções coordenativas explicativas. Empregamos tal forma em frases afirmativas e respostas explicativas, que indiquem não só explicação, mas também causa ou finalidade. Podemos substituir a forma por pois ou como.
  • Faltei à aula porque estava doente.
  • Faltei à aula, pois estava doente.
  • Porque era pequeno, os colegas não chamavam para brincar.
  • Como era pequeno, os colegas não chamavam para brincar.

Porquê

Forma empregada com o sentido de razão ou motivo. É sempre precedido por artigo ou pronome e também pode variar entre singular e plural, sendo, portanto, um substantivo. Exemplo:
Diga-me o porquê (o motivo) de você não querer ir ao médico.

Vamos agora assistir um vídeo bem legal! 

ATIVIDADE DE PORTUGUÊS

Mais um mês acabou e mais uma postagem especial aqui no Blog.


“Aprender é a única coisa que a mente nunca se cansa, nunca tem medo e nunca se arrepende”



Click aqui!  Teste seus conhecimentos!

ATIVIDADE DE MATEMÁTICA

Olá! Galerinha! Vamos testar seus conhecimentos?

Ler com atenção!

Click aqui!  Vamos lá!

REDAÇÃO DA SEMANA




Descrição: Cândido Torquato Portinari (Brodowski, 29 de dezembro de 1903 — Rio de Janeiro, 6 de fevereiro de 1962). Portinari pintou quase cinco mil obras, de pequenos esboços a gigantescos murais. Foi o pintor brasileiro a alcançar maior projeção internacional. O quadro "Meninos soltando pipas", pintado provavelmente em 1943, com 16 centímetros de altura por 11 centímetros e meio de largura. Tinta a guache sobre papel.

Olá galerinha!

Olhando a imagem da pintura do brilhante Cândido Portinari nos leva imaginação das pipas esvoaçando no firmamento (para quem não sabe o significado vamos lá: o que serve de sustentação, de fundamento; alicerce, base.)
Quando olhamos para o céu podemos imaginar imagens de animais, aves entre outras coisas olhando as nuvens brancas, mais branca que as neve.

Brincando com sua criatividade, imagine que você possa ser ou divertir-se com um papagaio, pandorga, arraia, cafifa ou, simplesmente, pipa. Não importa o nome que receba esse brinquedo, feito com varetas de madeira leve, papel fino e linha: qualquer pessoa tem tudo para se encantar com ele! Pudera: colocar uma pipa para bailar no ar é a maior diversão! 

Então vamos lá e crie uma linda redação sobre este interessante e divertido brinquedo. Quem quiser fazer uma pipa será bem-vindo...O importante é se divertir.

Vamos saber mais algumas informações sobre este brinquedo:

Um brinquedo muito útil.

Não se sabe quem empinou o primeiro papagaio da história. Mas um grego chamado Arquitas, lá pelo ano 400 antes de Cristo, fabricou um brinquedo parecido com uma pipa. Ainda na antiguidade, no ano 200 antes de Cristo, as pipas eram usadas pelos povos orientais não só como brinquedos, mas por motivos religiosos e místicos. Algumas pipas eram feitas com desenhos de dragões que, para eles, atraíam a felicidade.
A pipa também foi usada por alguns cientistas e inventores para ajudar em seus experimentos. Veja só: em 1752, o americano Benjamim Franklin fez importantes descobertas sobre a eletricidade utilizando uma pipa e inventou o para-raios. Já em 1906, nosso conhecido “pai da aviação”, Alberto Santos Dumont, se inspirou em um modelo de pipa – em forma de caixote – para construir o dirigível 14 Bis.


COMPARAÇÃO DE FRAÇÃO

  Comparar frações significa olhar para duas frações e descobrir qual é a maior. Para comparar frações, tudo o que precisa fazer é deixá-las...